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ROGÉRIO MARINHO "QUEM SOFREU VIOLÊNCIA POLÍTICA FOI O PRESIDENTE, ESFAQUEADO"


“É uma questão figurada e superlativa. É fuzilar no sentido de ganhar a eleição, de retirar as pessoas do poder, ele não falou no sentido de matar, de dizimar. Aliás, vou reiterar. Quem sofreu violência política foi o presidente, que foi esfaqueado”, afirmou o pré-candidato ao Senado Federal Rogério Marinho (PL), ao minimizar a declaração do presidente Jair Bolsonaro (PL) de que é preciso “fuzilar a petralhada e enviá-los à Venezuela. Rogério ainda disse que a morte do tesoureiro do PT Marcelo Arruda, assassinado a tiros pelo apoiador do presidente Jair Bolsonaro, Jorge Garanho, no último domingo 10, “foi um caso isolado”.

“Me parece que há uma inversão de papéis seculares da forma como se encara o Poder Central. O presidente da República tem uma postura que desagrada ao politicamente correto, não tem filtro, fala o que pensa. E nós, sociedade brasileira, estamos desacostumados com esse tipo de postura, nós estamos mais acostumados com alguém que se senta em uma cadeira e pensa tanto para falar, que não fala a verdade, que fala o que a população precisa e quer escutar”, defendeu Rogério Marinho, ao “Amarelas On Air”, programa de entrevistas da VEJA.

Segundo Rogério Marinho, o assassinato de Marcelo Arruda, pelo bolsonarista Jorge Garanho, foi um caso “isolado”. “É uma situação circunscrita a uma relação entre duas pessoas que, certamente, os fatos vão elucidados, devem ter algum problema anterior, suponho. Porque não é crível a não ser que seja um problema de psicopatia, alguém entrar no aniversário de outra pessoa para atirar. Não acredito que seja uma coisa normal, é um fato bizarro, diferente e que todos nós repudiamos como o presidente o fez”.

Defendeu que, “o presidente foi quem sofreu uma violência política muito grave. Por ocasião da eleição de 2018, ele foi esfaqueado. Até hoje você pode ver nas redes a teoria de que a facada foi fake. Não existe maior agressão a alguém que levou uma facada, que quase morreu e depois fez três ou quatro operações, do que você ver dizer que aquilo não ocorreu”, disse.

“Se você chegar em qualquer lugar de São Paulo e presenciar uma manifestação da esquerda, os batalhões de choque de São Paulo estão mobilizados, porque sabem que, quando termina ou no meio da manifestação, vai ter quebra-quebra. Vão depredar, quebrar vidraças é dessa forma que a tem se comportado. Ao contrário das pessoas que estão à direita do espectro político do Brasil”, enfatizou.