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RAFAEL MOTTA APONTA TENTATIVA DE IMPEDIR CANDIDATURA AO SENADO


O presidente estadual do PSB e deputado federal Rafael Motta queixou-se, nas redes sociais, sobre um suposto boicote a sua pré-candidatura ao Senado da República nas eleições de 2022. Na postagem, o parlamentar diz que as ações contra sua candidatura têm sido "políticas e midiáticas". "Lamentável ver todo um esforço midiático e político para tentar impedir a nossa pré-candidatura. O que tanto temem afinal?", questionou.

Sem citar nomes de partidos, políticos ou canais de mídia, o deputado Rafael Motta afirma que usam "o mal como propósito" para impedir sua postulação a um cargo majoritário: "Infelizmente, parece que no Rio Grande do Norte é mais fácil convergir interesses tendo o mal como propósito. Se agissem assim pelo bem, ganhariam o Estado e o seu povo".

Embora o PT já tenha decidido se coligar na majoritária com o PDT para apoiar uma eventual candidatura a senador do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves, o dirigente do PSB tem declarado apoio incondicional à reeleição da governadora Fátima Bezerra (PT).

Na segunda-feira (11), inclusive, Rafael Motta acompanhou o prefeito Neto Moura e vice-prefeito Kayrim numa reunião com a governadora do Estado, e tem procurado associar sua pré-candidatura ao Senado à pré-campanha do ex-presidente Lula, com quem o PSB se aliou indicando o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como pré-candidato a vice-presidente da República.

Em relação a apoio da Executiva Nacional, seu presidente Carlos Siqueira reafirma o deputado Rafael Motta “será candidato ao Senado com o nosso apoio integral”.

Carlos Siqueira também reuniu, ontem, a bancada federal do partido para ouvi-la sobre o financiamento das campanhas eleitorais deste ano. No mês passado, o Comitê Eleitoral do PSB já havia decidido que 20% dos recursos do chamado “fundo eleitoral” será destinado às chapas majoritárias e 80% dos recursos para candidaturas proporcionais, de deputados federal e estadual em todo o país.

As contribuições tiradas da reunião de ontem, segundo o PSB, serão consideradas para a elaboração da resolução que será submetida à Comissão Executiva Nacional no dia 28 de julho, definindo os critérios para a utilização dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que foi reservado 267 milhões para o partido.