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PT APROVA CHAPA LULA E ALCKMIN E FEDERAÇÃO COM PV E PCDOB


A convenção nacional do PT aprovou a chapa Lula-Alckmin para a disputa da Presidência da República, nesta quinta-feira 21. O resultado foi referendado pela federação partidária comandada pelo PT, com PV e PCdoB, que confirmaram o apoio à chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), em suas convenções nacionais. Os três partidos compõem a federação Brasil da Esperança, e fizeram uma convenção nacional conjunta, também nesta quinta.

Lula disse que a aliança com Alckmin visa atingir segmentos políticos onde o PT tem dificuldade de chegar. Durante agenda no Recife (PE), o petista negou o rótulo de “casamento” com o vice, muito usado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). “Eu não fui pedir o Alckmin em casamento, ele já está casado. Eu já estou casado. Eu fui estabelecer uma aliança política com um segmento político que não era o meu”, disse Lula.

O petista disse que, apesar da resistência inicial dentro do partido, agora há uma aceitação da aliança Lula-Alckmin dentro do Partido dos Trabalhadores. “Eu precisava ter um companheiro com qualidade e com dimensão, e uma pessoa que governou São Paulo por 16 anos tem qualidade suficiente para me ajudar a consertar esse país”, disse, conforme o Correio Braziliense.

Esta é a sexta vez que o petista participa da corrida ao Palácio do Planalto. Ele presidiu o país entre 2003 e 2010, e acredita que a aliança com Alckmin representa um avanço para o país e a democracia. “Eu acho que [a aliança] foi um salto de qualidade. Acho que a história vai julgar e ela vai julgar melhor depois”, completou o ex-presidente. O discurso dele abordou principalmente o tema da cultura, um dos pilares do plano de governo. Entre as medidas previstas está a recriação do Ministério da Cultura e a criação de comitês culturais pelo país.

Conforme a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, na convenção, foram discutidas ainda a conjuntura política atual do país e a importância da construção de uma unidade no campo político que o grupo representa. “É óbvio que tiramos como meta a ampliação desse movimento político. O momento que vivemos no país é muito difícil e essa não é uma eleição normal como as outras. Esta eleição traz elementos duros para a democracia brasileira”, disse.