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JOÃO GRANDÃO ESTÁ FORAGIDO APÓS ACUSAÇÃO DE ENVOLVIMENTO DE TRIPLO HOMICÍDIO


O ex-policial militar João Maria da Costa Peixoto, conhecido como João Grandão, está foragido por envolvimento num triplo homicídio, cometido por um grupo de extermínio. Grandão foi um dos alvos da Operação Aqueronte, que realizou três mandados de busca e apreensão na manhã desta quarta-feira (20).

João Grandão tem histórico de envolvimento em outros casos de homicídio. Em 2005, ele foi apontado pelo Ministério Público como líder e de um suposto grupo de extermínio. Na época, o ex-militar e outros 14 policiais foram presos suspeitos de terem executado pelo menos 26 pessoas na Região Metropolitana de Natal.

Em 2009, já em liberdade, João Maria da Costa Peixoto voltou a ser detido. Ele havia sido apontado novamente pelo MP como autor de um homicídio e foi absolvido da acusação.

Já em 2005, o ex-policial militar foi preso pela Polícia Federal do Rio Grande do Norte por suspeita de envolvimento com crimes de contrabando, organização criminosa e corrupção ativa.

O mandado de prisão atual se refere a uma ação ocorrida no dia 29 de abril deste ano, no bairro da Redinha, na capital potiguar. As mortes ocorreram na rua Rio Salgado, onde seria inaugurado um bar. Os criminosos teriam chegado ao local em um carro e, após se identificarem como policiais, atiraram contra pessoas que estavam na calçada do bar. O proprietário do bar foi morto na calçada. As outras duas pessoas foram perseguidas e mortas em outro local. Três sobreviveram.

Os outros presos na operação desta quarta-feira (29) foram Wendel Fagner Cortez de Almeida, conhecido como Lagartixa, policial militar reformado, e o sargento Francisco Rogério da Cruz, comandante da viatura da Força Tática do 4º Batalhão. Um quarto envolvido, que segundo a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil (DHPP) seria o motorista do carro dos acusados de homicídio, não foi identificado até o momento.