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SAÚDE DE MACAU: “UM SORO NA MÃO E OUTRA NA VELA”


Mais um triste episódio de descaso acontece no Hospital Municipal Antônio Ferraz, (HMAF), dessa vez o fato foi com uma senhora moradora da Ilha de Santana de codinome, PÁQUICA, a mesma necessitou de atendimento médico de urgência, a família desesperada com o quadro clínico de seu ente querido, entrou em contato com a central de atendimento daquela unidade de saúde, pedindo a presença de uma ambulância com extrema urgência, pois a senhora estaria passando muito mal.

Segundo a sobrinha da vítima, o socorro passou mais de uma hora até o atendimento com a ambulância chegar até a casa da senhora, PÁQUICA, que infelizmente ao chegar no local, à mesma, já se encontrava sem vida. “O motorista ainda comentou que a ambulância demorou porque estava sem combustível”.

Esse é só mais um, dos inúmeros descasos ocorridos pela gestão de Dr. Zé. Com uma previsão surreal na arrecadação que chega a quase R$ 140 milhões para esse ano de 2022. A população tem alardeado nos quatros cantos da cidade que a saúde de Macau se encontra em total abandono.

Com um realizado de quase R$ 60 milhões em receitas de janeiro a maio desse ano, somente de royalties, entraram essa semana nos cofres do erário do município o valor de R$ 2.588.324,06 - o médico Dr. Zé, continua com o barco à deriva, mesmo depois de 17 meses de sua gestão, ainda não conseguiu aprumá-lo rumo a um porto seguro.

A semana foi conturbada para o gestor Dr. Zé, depois de enfrentar protestos em caminhada pelas ruas e em frente a câmara de vereadores, em movimento organizado por representantes do sindicato dos trabalhadores da saúde do município, SINDSAÚDE-RN.  

Outro dia, a gestão do doutor fez um estardalhaço pelas ruas da cidade com caminhada, estouro de fogos e carro de som, anunciando a chegada de três ambulâncias, através de emendas do deputado estadual, Ubaldo Fernandes, para servir os cidadãos macauenses, mas na hora da extrema necessidade o atendimento não chega a tempo e quando chega, não tem mais o que ser feito, por ser tarde demais.

A quem diga até que; a saúde do município salineiro está com; “um soro na mão, e outra na vela”.