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GUAMARÉ: PREFEITO E VICE PODEM SER CAÇADOS E NOVAS ELEIÇÕES SEREM REALIZADAS


Mais uma vez prefeito e vice podem ser caçados e uma nova eleição poderá ser cancelada em Guamaré. Marcados como maiores violadores em pleitos na cidade, o grupo político do ex-Prefeito, Hélio Willamy. Assim, como a prática do vínculo vicioso, ensinamentos hereditários e o desejo de se perpetuarem no poder, faz com que o atual Prefeito, Arthur Teixeira, possa entrar nessa lista e reforçar essa sina de abuso as normas eleitorais que podem custar seu mandato.

Uma reviravolta política pode mudar o rumo administrativo do executivo guamareense. Mas uma vez, o principal motivo é o julgamento de uma ação que tramita na 30ª Zona Eleitoral em Macau, que poderá ser jugada a qualquer momento, de acordo com a decisão proferida pela justiça eleitoral, poderá implicar na cassação do mandato do Prefeito e Vice-Prefeito, eleitos, Arthur Teixeira (PSD) e Eliane Guedes (MDB), por abuso de poder político e econômico.


A ação foi ajuizada pelo diretório municipal do (PSC), que reuniu um robusto conjunto de provas que apontam para violação das regras eleitorais.

A eleição suplementar em Guamaré foi realizada no dia 7 de novembro de 2021, após “escolha” da família Miranda, especialmente Auricélio Teixeira, Hélio Miranda e Eudes Miranda, respectivamente pai e tios do prefeito eleito.

A tese do (PSC) aponta o que todo mundo sabe, a existência de uma manobra já para eleição da Presidência da Câmara Municipal, onde, estrategicamente, Eudes Miranda, foi eleito para impor e influir política e economicamente no pleito.

As provas obtidas comprovam a realização de contratações em período vedado, o incremento na remuneração de servidores nos meses que antecedem, inclusive no mês da eleição, registrando-se dobra salarial em desequilíbrio aos outros servidores que ocupavam o mesmo cargo/função, transferência de servidores em desvios de função, rescisões de contratos por negativa a adesão, registro de aumento de despesa com pessoal, contratação de imóveis sem interesse público, tudo no sentido de atrair eleitores e lideranças políticas em apoio ao então candidato, Arthur Teixeira.

Medidas que flagrantemente desequilibraram o pleito. Certo é que não se pode admitir o uso sub-reptício da máquina pública por aqueles que são os representantes da população e possuem livre acesso a verbas públicas, e que acabam por suprir, mediante o uso destas, interesses pessoais e escusos, obtendo resultado favorável no pleito através de irregularidades.

Aliados do Prefeito e do grupo político liderado pela sua família, menosprezam o conjunto probatório, alegando que tudo acabará numa grande pizza e, de maneira presunçosa, afirmam que não acontece nada com quem tem poder e dinheiro.

No entanto, a lei é clara em mostrar que ninguém é intocável, e diante de tantas provas, a chapa formada por Arthur Teixeira e Eliane Guedes, em breve poderá ser cassada.

Mandato Tampão

A quem afirme que independentemente do desfecho do processo eleitoral, o Prefeito não terá vida fácil até a conclusão do seu mandato, uma vez que já existe várias comprovações de irregularidades administrativas.