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Bacia Potiguar deve receber investimentos de R$ 7,3 bilhões até 2032


As 22 concessões de campos de produção do Polo Potiguar e os campos petrolíferos de Macau e Areia Branca devem receber, ao longo dos próximos 11 anos, um volume da ordem de R$ 7,3 bilhões, de acordo com o programa de investimentos preliminares da 3R Petroleum Óleo e Gás S.A. A empresa adquiriu os campos do Polo Potiguar da Petrobras em janeiro deste ano por US$ 1,38 bilhão e já opera o Polo Macau há dois anos.

Para 2022, a 3R Petroleum planeja injetar no Rio Grande do Norte um total de US$ 21 milhões. Para 2023, valor previsto em investimentos deve chegar a US$ 57 milhões

Com os investimentos, a 3R Petroleum espera retomar níveis antigos de produção de barris de petróleo, que hoje representam metade do que eram antes do programa de desinvestimento da Petrobras.

O anúncio foi feito pelo CEO da empresa, Ricardo Savini, durante a Audiência Pública "Os impactos na Economia Potiguar com a venda dos ativos da Petrobras", que aconteceu na Assembleia Legislativa do RN (ALRN) nessa quinta-feira (17).

De acordo com o CEO da empresa, os níveis antigos de produção do Polo Potiguar, que chegaram a atingir patamares em torno de 37 mil, podem passar a 50 mil barris por dia. O objetivo é retomar essa produção em pouco tempo.

"De 2009 a 2016, a produção ficou bastante estática nesses campos. A partir de 2015 e 2016, houve um grande declínio e hoje esse polo produz 20 mil barris. Nosso target [objetivo] é rapidamente retomar, nesse polo, a produção de 50 mil barris por dia", afirmou.

Os investimentos, de R$ 7,3 bilhões, segundo Savini, serão em termos de CAPEX (revitalização de poços, que inclui a execução de workovers - quando se entra com uma sonda em um poço existente para abrir um reservatório novo).

Além disso, novos poços serão perfurados, bem como haverá construção e ampliação de novas instalações de superfície.

"Mas nós vamos ativar diversas sondas de perfuração para reabilitação de poços existentes e isso vai gerar milhares de novos empregos. Até o segundo semestre [deste ano], teremos um cálculo", explica Savini.

A 3R Petroleum tem investimentos no Rio Grande do Norte desde 2018, quando a empresa se preparou para assumir os ativos da Petrobras a partir do anúncio dos desinvestimentos da estatal na bacia potiguar, em 2016. A expectativa é que a transferência em definitivo ocorra até o fim do primeiro trimestre de 2023, com a 3R assumindo a operação integral do polo.

"O polo também tem toda a rede de dutos, gasodutos, oleodutos, tem os ativos em Guamaré, que nos dá uma independência e uma flexibilidade muito grande operacional. Tem unidade de processamento de gás natural, tanques, são quase 2 milhões de barris de capacidade de tancagem, um terminal de exportação, importação de óleo. Há, ainda, as plantas de separação de óleo e água", completa Ricardo Savini em seguida.

O CEO destacou sobre a produção de gás no Estado e explicou de que forma a 3R pretende atuar nessa área. Segundo ele, a empresa já é uma grande produtora de gás no RN, com a produção operada no Polo Macau.

Ricardo Savini destaca que, a exemplo da Petrobras, a 3R também deverá se tornar uma grande consumidora de gás no Rio Grande do Norte.

"Hoje o maior consumidor de gás é a Petrobras [no Polo Potiguar], porque há necessidade do combustível para gerar vapor, que é a fonte térmica necessária pra aumentar a produção dos campos de óleo pesado e viscoso de Estreito e Alto do Rodrigues". explica.

Emprego
O coordenador do Sindicato dos Petroleiros do RN, Ivis Corsino, presente à audiência, demonstrou preocupação a geração de empregos no Polo Potiguar. "Tivemos redução de postos de trabalho, cerca de 12 mil ou 13 mil empregos diretos. E temos outros impactos, como o preço dos derivados. São impactos que a gente acredita que vão se agravar", aponta Corsino.

No momento, a 3R está em transição operacional com a Petrobras e, por isso, o momento é de planejamento. Mas a estimativa, de acordo com Ricardo Savini, é contabilizar algo em torno de 4 mil a 5 mil empregos diretos e indiretos nos próximos anos. Parte dessas oportunidades, frisa, já existem.

A empresa aguarda, ainda, a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Para Sivani, contudo, o cenário é animador. "No meu entender, é o maior polo que a Petrobras colocou no programa de desinvestimentos em terra. São vinte e duas concessões, quatro milhões de barris de volume de óleo no reservatório e inclui, ainda, o maior campo de terra do Brasil, que é o campo de Canto do Amaro. Temos muito orgulho de ter esse campo no nosso portfólio", destaca.

Bate papo
Ricardo Savini/CEO da 3R Petroleum

Quanto que a 3R investiu na revitalização dos campos em Macau para ter esse retorno de quase 70%?

A gente sempre disse que só perfuraria a partir do terceiro ano das operações, a nossa visão é assumir as operações, trabalhar na eficiência operacional, ativar sondas para reentrar em postos existentes e abrir reservatórios novos, aumentar o conhecimento geológico desses desses campos, e só aí desenhar uma campanha de perfuração. É exatamente o que a gente fez, por isso a gente ainda não fez grandes investimentos. Então, por exemplo quando uma bomba para, a gente tem uma agilidade muito maior do que tinha a Petrobras porque a gente automatizou os poços. A gente consegue ver se uma bomba parou no nosso monitor na sala de controle, a gente não precisa que alguém veja, que tenha o contato visual pra ver se um poço parou ou não, que é normalmente como se faz. Então, a gente trabalhou muito na eficiência, os investimentos ainda não são tão grandes.

Quando começam as perfurações?

Estamos antecipando a campanha de perfuração originalmente prevista para 2023. Agora, já não segundo semestre a gente deve começar a perfurar, tanto no polo Macau, quanto no polo Areia Branca. Então, estamos no processo de contratação de sondas e preparando as locações, temos que ter todas as licenças ambientais, tem todo um trabalho técnico para estarmos prontos a perfurar, na reta final de 2022. Mas sem perfurações, a gente já cresceu nossa produção em algo entre 60 a 70%, por exemplo, no polo Macau e, com as perfurações, é a gente vai aumentar ainda mais a produção.

Há uma projeção de quantos poços podem ser perfurados?

A projeção que a gente está começando a conversar com o mercado, para toda a Bacia Potiguar, incluindo o campo Fazenda Belém, é de perfurar até 2032, 1.600 poços. é uma quantidade muito grande de perfurações, onde a gente vai ativar muitas sondas de perfuração. É um plano de investimentos muito forte. Nós estamos solicitando ainda a extensão de exploração junto à Agência Nacional do Petróleo até 2052, mas o plano de investimento você tem visibilidade curta, então estão montados até 2032, e os planos de operação sim vão até 2052. Normalmente, depois da primeira série de perfurações você vai planejando novas e vai aumentando o investimento pra frente.

Que projeção vocês fazem de futuro para a exploração do petróleo do Rio Grande do Norte?

A gente criou a 3R em 2014, mas em 2017 é que a Petrobras decidiu vender, e desde o primeiro dia a gente está inscrito no programa de desinvestimento e avaliando todos os ativos terrestres no Brasil, então temos uma base de conhecimento muito grande de todos esses campos e visões de como redesenvolver, revitalizar, aplicar programas de investimento em campos antigos, em campos que a gente chama maduros, que já estão em fase de declínio de produção, e já não são interessantes do ponto de vista estratégico, econômico para grandes empresas como a Petrobras. Mas para as empresas menores, mais focadas é um tremendo negócio. A gente estudou muito e a gente vê muito potencial de aumento de produção, de reservas de petróleo, gás e óleo em todos esses campos adquiridos e nós temos planos de negócios associados a essa visão, de aumento de reservas e aumento de produção. Tem que investir. Então o que a 3R vem fazer, é investir. Dos 26 processos que a Petrobras vendeu, nós assinamos nove, nós somos de longe a empresa que mais contratos assinou. Temos no Rio Grande do Norte, na Bahia, no Espírito Santo, na Bacia de Campos, em águas profundas, inclusive na Bacia de Campos. Então a gente tem todos os contextos operacionais e logísticos, estamos em quatro bacias sedimentares em cinco estados e nossa visão é de crescimento orgânico. A gente fez o crescimento inorgânico, criamos a 3R e crescemos com a aquisição de ativos, mas agora é uma fase de crescimento orgânico, de aumento da produção por investimento nos ativos.

Qual o volume de investimento será feito?

O valor que a gente traz é das nossas certificações de reservas, então ainda não está assim totalmente comunicado ao mercado. Para 2022, o investimento previsto para o Rio Grande do Norte é de US$ 21 milhões, e para 2023, de US$ 57 milhões. Isso, somente para os ativos que já operamos, Macau e Areia Branca. A gente faz essas previsões em cima da certificação de reserva, e a do Polo Potiguar está para sair. Mas estamos falando dos investimentos que a gente está fazendo nas nossas operações atuais, agora quando a gente olha pra frente, a gente ainda é muito cauteloso em falar do Polo de Potiguar porque a gente está em transição operacional, mas só devendo assumir a operação entre dezembro e março do ano que vem. Agora, com o polo Potiguar que a gente duplica de tamanho em termos de produção, em termos de reservas, é um polo transformacional para a 3R, e a gente tem um programa de investimentos até 2032 muito fortes, estamos falando de vários bilhões de reais.

O senhor pode adiantar esse valor?

O valor que nós temos é de 7,3 bilhões de reais de CAPEX, ou seja, de investimentos previstos até 2032, basicamente em perfuração de poços, em recuperação de poços existentes, construções e instalações e revitalização, reforma e ampliação de estações terrestres, um plano bastante robusto, que é a base do que nós pretendemos, que é crescer a produção e a gente espera atingir no Rio Grande do Norte 50 mil barris nos próximos anos somente nos ativos da bacia potiguar.

Já há uma projeção em termos de geração de empregos?

Então a gente já tem nossa curva de investimento, operacional de custos, e empregos é uma derivada que a gente ainda precisa planejar adequadamente. Mas estamos falando de milhares de empregos, hoje a gente sucede a Petrobras, ela gera muitos empregos, e agente não vai perder nenhum desses empregos em quantitativo, mas a gente vai ter muito mais empregos porque vamos ativar muitas sondas de perfuração. A gente prevê um pico de oito sondas de perfuração daqui a pouquíssimos anos, hoje não temos nenhuma. Cada sonda são 100 profissionais trabalhando em volta dela.

O Rio Grande do Norte tem futuro promissor nessa área de petróleo?

Certamente, a Bacia Potiguar é uma bacia estrela no contexto brasileiro, claro que não dá para comparar com o pré-sal, mas a bacia potiguar no contexto do onshore é uma estrela, por isso sempre foi nossa prioridade número um quando começou o programa de desinvestimento da Petrobras, e por isso nos posicionamos rapidamente pelo Polo Macau, pela Fazenda Belém, e tivemos a competência de fazer a melhor oferta pelo Polo Potiguar. Então a bacia tem muito potencial. Concluímos a transição operacional com a Petrobras em Macau e assumimos as operações em maio de 2020 e a partir daí é que a gente adquire maior conhecimento sobre sobre o ativo para desenhar adequadamente os programas de investimento. Então, por exemplo, perfuração a gente sempre disse isso ao mercado que a gente levaria dois sem perfurar exatamente pra, digamos assim trabalhar a eficiência operacional do polo, desenhar adequadamente o programa de investimento, colocar a trajetória dos postos a perfurar, contratar sonda, tudo isso é um processo, não é apertando botão. E agora estamos chegando nessa fase, de iniciar a campanha de perfuração, e aí é que virão os grandes investimentos no polo Macau e esse processo vai se repetir em todos os outros nove polos que a gente comprou.

O senhor pode dimensionar o potencial do Polo Potiguar?

É, no meu entender, o maior polo que a Petrobras colocou no programa de desinvestimentos em terra. São vinte e duas concessões, são quatro milhões de barris de volume de óleo no reservatório e inclui o maior campo de terra do Brasil, que é o campo de Canto do Amaro, que a gente tem muito orgulho de ter esse campo no nosso portfólio. Então é um polo bastante grande que tem essas vinte e duas concessões e também tem toda a rede de dutos, gasodutos, óleodutos, tem ativos em Guamaré, que nos dá uma independência e uma flexibilidade muito grande operacional, tem unidade de processamento de gás natural, tem tanques, quase dois milhões de barris de capacidade de tancagem, tem um terminal que você pode exportar, importar óleo, quando eu falo exportar, importar não é para o exterior necessariamente. É pra outras regiões, e tem as plantas de separação de óleo/água, então é um é um ativo muito grande e nos dá uma independência muito grande, a gente fica completamente independente de qualquer outro player no Brasil. É um ativo com potencial muito importante de revitalização, a gente sabe exatamente o que fazer nesses campos, a gente já tem os planos de investimento preliminares desenhados. Como eu falei a gente não é operador ainda, a gente deve assumir a operação na virada do ano, a partir daí teremos um tempo de conhecer melhor o ativo, mas não por isso a gente não conhece porque a gente vai pagar um bilhão trezentos e oitenta e cinco milhões de dólares por esse ativo. A gente está certificando reservas, a gente deve receber o relatório de reservas auditadas por certificador internacional nos próximos dias. Mas hoje a 3R já tem duzentos e sessenta e quatro milhões de barris em reservas, que é o parâmetro de comparação entre empresas de petróleo. Nós temos já certificados duzentos e sessenta e quatro milhões de barris em oito ativos, sem o polo potiguar. Com o polo potiguar a gente vai quase duplicar, então nós vamos estar aí acima de quatrocentos e cinquenta milhões de barris quase meio bilhão de barris. É um porte bem importante. Nós já somos hoje, em reservas certificadas de ativos já no portfólio, a maior empresa independente eh no Brasil. E com esse polo a gente quase duplica de tamanho, então pra gente é um ativo transformacional. E começamos a transição operacional com a Petrobras semana passada, uma fase de planejamento, estamos esperando a esperando a aprovação do CADE. Cada um desses desses processos de venda da Petrobras tem um processo lá, e não há expectativa de ter nenhum problema e com a aprovação e a transição formalmente iniciando e com a certificação de reservas vai ficar mais fácil de passar números para os investidores e para sociedade em geral.

E planos para a refinaria Clara Camarão?

Eu gosto sempre de ressaltar que ela não é uma refinaria como as outras do parque de refino da Petrobras, pela razão que ela não tem alguns processos clássicos de refino. Então, ela precisa de óleo cru que tem abundância aqui no Rio Grande do Norte e precisa de trazer alguns alguns produtos pra refinaria pra fazer o brend e fazer os produtos refinados, derivados de petróleo aqui. E mais o mais importante é que ela está integrada com o processo de tratamento do óleo da exploração e produção. Então ela tá junto, está numa simbiose perfeita com processo produtivo dos campos de petróleo e, por isso, na Petrobras ela quase sempre foi administrada pelo E&P e não pela área de refino. Por que que eu estou dizendo isso? Porque a gente sucede a Petrobras e o modelo de negócio é exatamente o mesmo. Quer dizer, nós somos uma empresa de E&P, a refinaria está misturada com a a unidade de processamento de gás natural, com a estação de tratamento de óleo, com a estação de tratamento de efluentes, de água, e nós vamos manter o modelo de negócio que a Petrobras eh tem hoje. Ali em torno do Ativo Industrial de Guamaré, vários distribuidores estão posicionados, transporte é por duto, de centenas de metros, muito eficiente, todo automatizado. Então eu digo que o ativo de Guamaré é uma joia e a gente pretende cuidar dessa joia.

Como a 3R está atuando na produção dos gás e como planeja o futuro nessa área?

O gás é uma questão, não só no Rio Grande do Norte,mas no Brasil e no mundo, é uma questão bem debatida nesse momento. A gente já é um grande produtor de gás aqui no Rio Grande do Norte, lembrando que a gente tem a produção operada por nós no polo Macau, o campo Sanhaçu, por exemplo, onde já tínhamos 50% e compramos 50%, que eram da Petrogal, dos portugueses, e a gente já tem 35% do polo Pescada Arabaiana, que são campos de gás, os outros 75% nós também já compramos, e estamos em transição com a Petrobras e pode acontecer nos próximos meses a assunção das operações pela 3R. Então nós já somos um grande produtor de gás no Rio Grande do Norte. Então eu falei dos outros ativos, ai tem polo potiguar. Ele não é um grande produtor de gás, ele é um grande produtor de óleo. Então ele tem o maior campo de petróleo em terra no Brasil que é Canto Amaro, tem os dois maiores campos de óleo pesado do Brasil em terra, Estreito e Alto do Rodrigues e ai que está a particularidade, ao mesmo tempo nós seremos claramente o maior produtor de gás no Rio Grande do Norte, mas também seremos o maior consumidor de gás no Rio Grande do Norte. Hoje o maior consumidor de gás é a Petrobras no Polo Potiguar. Porque há necessidade do gás pra gerar vapor, que é a fonte térmica necessária pra aumentar a produção dos campos de óleo pesado e viscoso de Estreito e Alto do Rodrigues. Ali em torno da cidade de Alto Rodrigues. Então para maximizar a produção de óleo a Petrobras consome muito gás. Como a gente sucede a Petrobras a gente vai manter o mesmo modelo de negócio, que faz sentido para o Estado porque a gente gera mais royalties com a produção de óleo. Então, é, por isso, que a gente não não ofereceu gás para o mercado porque a gente já entendia que a maior parte é consumo próprio. Talvez a gente precise importar gás. A gente talvez precise comprar gás. Agora, isso eu falo com muita cautela e muita responsabilidade, porque a gente precisa dimensionar adequadamente. O que a gente foi foi cauteloso de não ofertar um gás que eu não sei se, realmente, a 3R terá disponível pra venda. Hoje, a gente vende para a Petrobras num contrato muito bom para a 3R e para a Petrobras e a Petrobras usa no polo Potiguar. A gente sabe da necessidade de gás mas o balanço de gás no Estado ainda não é superavitário no meu entender. As empresas precisam ir atrás de novas fontes de gás pra aumentar a oferta. Potencial de gás na Bacia Potiguar existe. Mas é uma bacia eminentemente de petróleo. Cada bacia tem um digamos assim tem um uma vocação, A vocação da bacia potiguar é uma vocação de grande produtora de petróleo, e aqui e ali tem alguns campos gás como o nosso campo Sanhaçu, Pescada Arabaiana. A 3R está em busca ativa de novas novos campos de gás, mas esse processo é um processo que leva muitos anos, de você identificar, perfurar, explorar se for o caso ou explorar de dentro das nossas próprias concessões ou em áreas exploratórias. É um processo que ainda leva algum tempo.