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Garibaldi: “Henrique fez de tudo para derrotar meu filho Walter”


“Sim, estamos rompidos, não tenha nenhuma dúvida. Eu e Henrique não temos mais relação política e nem familiar”. Com essa fala, o ex-senador e ex-governador Garibaldi Alves Filho (MDB) confirmou publicamente que não possui mais qualquer tipo de relação com seu primo, o ex-ministro e ex-deputado federal Henrique Alves (MDB). A informação foi oficializada pelo próprio Garibaldi, exclusivamente ao AGORA RN, nesta segunda-feira 3, em tom de desabafo.

De acordo com o ex-governador, o motivo do rompimento entre os Alves, família política mais tradicional do Rio Grande do Norte ocorreu porque, “Henrique não colaborou, não deu nenhuma contribuição conosco na última eleição de 2018. Muito pelo contrário, Henrique fez de tudo para derrotar meu filho Walter”, afirmou.

Garibaldi explicou que, nas eleições de 2018, Henrique apostou todas as suas fichas, e trabalhou nos bastidores, na candidatura do então deputado federal de Benes Leocádio, deixando de lado a candidatura à reeleição do seu primo, Walter Alves (MDB). “Esse episódio, a gente nunca pôde tolerar”, frisou.

Para ele, nas eleições de 2018, a base eleitoral do ex-ministro, dentro do MDB, apoiou Leocádio. Na ocasião, Benes foi o deputado federal mais votado no Estado, com 125.841 votos (7,82% dos votos válidos), enquanto Walter – que despontava como favorito ao primeiro lugar, ficou apenas na 7ª posição, com 79.333 votos (4,9% dos votos válidos). “Como está chegando a hora das definições eleitorais, precisamos tornar isso mais claro”, enfatizou Garibaldi.

“Surpreso”, diz Henrique. “Diz o ditado popular, quando um não quer, dois não brigam”. Desta forma, o ex-deputado federal e ex-ministro Henrique Alves (MDB) se pronunciou sobre o rompimento político e familiar entre ele e o ex-senador Garibaldi Alves Filho (MDB), anunciado nesta segunda-feira 3. “Surpreso, sim. Não esperem de mim uma resposta agressiva em relação ao primo, amigo, companheiro de MDB de 51 anos. Só gratidão e respeito a Garibaldi. Sabemos o que vivemos juntos”, disse.

Henrique afirmou ainda que estranhou o fato, já que ambos se falaram tranquilamente nos últimos dias. “Nos falamos no meu aniversário em dezembro, Natal e Ano Novo, quando nos desejamos fraternalmente boas festas e felicidades. A vida e suas circunstâncias. Realizei a vida política, partidária e pública na escola de meu pai. Sem ódio e sem medo. Em tempo, a única campanha que não pude ajudar a Garibaldi foi a última de 2018, quando ainda sofria absurdas limitações de brutal injustiça. O RN também sabe disso”.