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Melhora no cenário epidemiológico permite reversão de leitos de UTI no RN


Transformação de UTIs Covid em UTIs para atendimento de outras patologias acontece gradativamente em hospitais como João Machado, Tarcísio Maia e Hospital Regional do Seridó

Com a diminuição de solicitação por leitos de UTI Covid em todo o estado do Rio Grande do Norte, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) iniciou processo de reversão dos leitos Covid para UTI geral de atendimento a outras patologias. No Hospital João Machado, 20 leitos hoje são de UTI geral, sendo cinco revertidos e 15 abertos recentemente. Foram revertidos outros dez leitos Covid no Hospital Central Coronel Pedro Germano (Hospital da Polícia) e mais cinco semi-intensivos no Hospital RegionalTarcísio Maia em Mossoró.

No Hospital Regional Telecila Freitas Fontes, em Caicó, terá dez leitos de UTI Covid transformados em leitos gerais ainda esta semana. A programação para os próximos dias é que leitos clínicos do Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró, sejam transformados em leitos para doenças infectocontagiosas.

“O cenário hoje permite que possamos pensar, com toda cautela, a reversão dos leitos de maneira gradativa e estudada. Reunimos com toda a equipe de regulação e estruturação dos leitos para pensarmos juntos a proporção de leitos de UTI Covid que podem ser transformados em UTI geral. Esse é um passo muito importante para a saúde do estado, visto que a pandemia não acabou e ao mesmo tempo existe uma demanda por leitos não-Covid“, reflete Maura Sobreira, secretária-adjunta da Sesap.

A ocupação dos leitos de UTI Covid no RN, até meados da tarde desta segunda-feira (12), era de 55,4% e, de acordo com o Regula RN, existe uma diminuição na solicitação por leitos há algumas semanas. O estado tem hoje 350.868 casos confirmados de Covid e 6.902 óbitos, com registro diários que diminuem aos poucos, acompanhando a queda dos números de internações pela doença.

A melhora no cenário epidemiológico tem alguns fatores importantes como o avanço da vacinação no estado, os decretos implementados pelo governo, como as medidas de restrição regionalizadas, e sobretudo as ações de vigilância no território em todas as regiões de saúde, proporcionando conhecimento, alerta e suporte para a população.

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