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Secretaria da Saúde do RN monitora paciente com mucormicose


Doença rara conhecida também como "fungo negro" vem surgindo em pessoas com histórico de covid-19

Uma mulher de 42 anos com mucormicose e que tem histórico de covid-19 está sendo monitorada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) do Rio Grande do Norte, segundo comunicado emitido nesta 2ª feira (7.jun). A informação vem um dia depois de Pernambuco confirmar o primeiro caso da doença em paciente diagnosticado com covid.

Infecção fúngica conhecida também como "fungo negro", a mucormicose é uma enfermidade rara que, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), apresenta taxa de mortalidade geral de 54%. Ela não é contagiosa, e a contaminação se dá por meio da inalação de esporos do fungo Mucorales ou por meio de laceração na pele, como cortes ou queimaduras.

A Índia soma mais de 9 mil casos da doença em pacientes que tiveram covid. Segundo a Sesap, infectologistas acreditam que a ocorrência do fungo negro em pessoas com histórico de infecção pelo novo coronavírus tenha relação com o estado debilitado do paciente. Porém, diz a pasta, os estudos sobre o vínculo entre a mucormicose e a doença causada pelo Sars-CoV-2 estão em fase inicial.

A confirmação do fungo negro na mulher de 42 anos no Rio Grande do Norte foi realizada por meio de uma biópsia. Ainda de acordo com o governo do estado, a Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Suvige) avalia também os exames e histórico clínico dela.