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Fátima Bezerra anuncia envio de 69,2 mil doses da Coronavac para segunda dose


A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), anunciou nesta terça-feira 11 o envio de mais dois lotes da Coronavac – imunizante que está em falta no Estado. Serão mais 69,2 mil doses da vacina que, somadas ao lote enviado anteriormente, totalizam 84,8 mil doses. Atualmente, 71 mil pessoas estão com a segunda dose da Coronavac atrasada no RN.

“A coordenadora do PNI, Franciele Francinato, nos retornou hoje a respeito do nosso pedido de #MaisVacinas Coronavac para a segunda dose de quem já tomou a primeira. Entre essa e a próxima semana deveremos receber mais dois lotes de Coronavac, sendo um com 34.200 e outro com 35 mil doses. Somadas às 15.600 doses que já recebemos, vamos atingir 84.800 das 87 mil doses que havíamos solicitado. Um passo muito importante para equalizarmos a situação do atraso da D2. Seguimos na luta. Não sossegarei enquanto todo o povo do Rio Grande do Norte não estiver vacinado”, escreveu a gestora estadual no Twitter.

Em entrevista nesta segunda-feira 10 ao RN TV 1ª Edição, da Inter TV Cabugi, Fátima Bezerra fez o apelo ao Governo Federal e pediu mais doses da Coronavac. Fátima também criticou a atuação do Governo Federal no processo de aquisição de vacinas. “As pessoas não podem ficar nessa situação de incertezas. Há pessoas que já passam de 45 dias sem completar o esquema vacinal, com a segunda dose. O Governo Federal tem que resolver isso. A questão da produção de vacinas é da esfera do Governo Federal. O Governo Federal falhou, e muito, no planejamento de compra dessas vacinas. Mas o povo não pode pagar o preço”, afirmou.

Além de outros estados e municípios brasileiros, a falta de doses da Coronavac atinge cidades como Natal, Mossoró, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante desde abril. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), a falta de doses tem uma justificativa importante: aplicação das doses D2 como D1, com ampliação de público não autorizada da vacina Sinovac/Butantan, por parte de alguns municípios potiguares. Os municípios alegam ter seguido orientação do Ministério da Saúde, mesmo o Estado tendo sido contrário.