» » » » Einstein assume “culpa parcial” em relação à situação dos servidores municipais

Macauense - Acendendo o desgaste enfrentado pela gestão do seu antecessor, o ex-prefeito Kerginaldo Pinto, o ex-prefeito interino de Macau, Einstein Barbosa deu o ar da graça no rádio, após oito meses, e acabou de conceder sua primeira entrevista na FM 94. Barbosa disse que não foi o responsável pela Ação Civil do Ministério Público que pede bloqueios dos royalties da prefeitura, no entanto, assumiu publicamente parte da culpa pela situação que se encontra hoje os servidores do município que estão ainda com salários atrasados.

“Tenho culpa parcial nesse problema”, reconheceu Einstein, relatando em seguida as dificuldades que a administração municipal de Macau vem enfrentando com as oscilações e quedas de receitas, desde 2014, fato que levou o município a um déficit de receita, diante da estrutura criada com base em outra realidade econômica. Apesar de lúcidas, as palavras de Einstein não trouxe nada de novo para população e corrobora com as declarações do prefeito Tulio Lemos, na sua última entrevista no rádio, no último sábado, 19.  

Herança
Barbosa saiu da prefeitura em 31 de dezembro de 2017, deixando quatro folhas de pagamento de servidores em atraso, sendo duas de Servidores Ativos e duas folhas dos Servidores Inativos e Pensionistas, mais uma folha de 105 professores do programa Brasil Carinhoso, correspondentes aos meses de Novembro e Dezembro/2016, resultando em uma dívida superior a R$ 5 milhões de reais.

Negociações
Nos primeiros dias de sua administração, o prefeito Tulio Lemos recebeu as representações sindicais com as quais estabeleceu acordo para o parcelamento do débito com todas as categorias. Entre fevereiro e junho foi pago aos servidores macauenses o montante de quase 2 milhões e 100 mil reais, e agora o gestor convidou os representantes sindicais para rever o acordo, uma vez que a administração ficou impossibilitada de cumprir com o acertado em razão da queda de arrecadação.

Para se ter ideia do agravante dessa situação, o orçamento de 2017 enviado ao legislativo pelo então prefeito interino e aprovado pela Câmara Municipal prevê uma arrecadação de mais de 122 milhões de reais, enquanto que nos últimos 7 meses a prefeitura arrecadou somente uma a soma pouco superior a 50 milhões de reais, numa média mensal perto de R$ 6,5 milhões.

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