» » » Vereadores se mobilizam com vistas a eleição da mesa diretora

Macauense - Ainda instalada em palanque político, a oposição macauense quer dar o troco ao vencedor Túlio Lemos e já articula eleger a mesa diretora da Câmara Municipal de Macau para o biênio 2017/2018. Inicialmente divididos em blocos, com a situação contando com quatro vereadores (Ceição de Negola, Diana, Marcos Cabral e Jairton Pintinho), o PT com um (Cláudio Gia) e os oito que foram eleitos nas coligações do candidato derrotado José Antônio Menezes (Carlinhos do Valadão, Wilder Santos, Ítalo Mendonça, Dinarte Santos, Kekel, Sargento Dantas, Lampião e Oscar Paulino), os novos legisladores têm participado de constantes reuniões com vistas às composições que se ensaiam. 
                                     
Os oito vereadores oposicionistas encontram dificuldades em identificar um nome que reúna o consenso para presidir o legislativo, mas continuam buscando uma alternativa entre os lançados Carlinhos do Valadão, Kekel, Oscar Paulino e Ítalo Mendonça. Do lado situacionista, os quatro eleitos já se declararam preparados e todos querem chegar à presidência e buscam apoio no prefeito Tulio Lemos.
                                      
Com as especulações circulando pelos quatro cantos da cidade, o prefeito eleito Tulio Lemos sentenciou que “cabe aos legisladores identificar o melhor para presidir a Câmara. A nós, cabe tentar viabilizar fortalecer a base governamental, mas todos estão conscientes de que não aceitaremos entrar no jogo que vinha sendo praticado anteriormente, inclusive com o prefeito sendo chantageado”.
                                        
Indagado sobre o fato de contar com minoria no legislativo e das especulações de que seus adversários usarão de todos os meios para derrota-lo na presidência da Câmara, o prefeito que vai tomar posse no dia 1º de janeiro foi enfático ao afirma que “Hoje, a oposição conta com oito dos treze vereadores e reúne condições de eleger o presidente da Casa, mas incentivarei que os nossos aliados tentem presidir o legislativo. Se, por acaso, não conseguirmos eleger o presidente de nossa confiança também não terei nenhum constrangimento em governar com minoria na Câmara, pois em momento algum entrarei em esquemas que vem sendo praticado há anos e que compromete a dignidade de todos”.
                                         
No último final de semana, os legisladores situacionistas estiveram reunidos por convocação de Terezinha Menezes e do seu marido, candidato derrotado José Antônio Menezes.

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