» » » Operação Máscara Negra: MP pode comprometer ainda mais gente do atual governo

Macauense - Muitos dos envolvidos com os escândalos da Operação Máscara Negra, ainda não foram julgados pelo Ministério Público Estadual, mais, porém com a contratação pelo atual governo municipal de pessoas ligadas aos envolvidos em um dos maiores escândalos de corrupção na cidade salineira, podem se complicarem ainda mais.
Mesmo com os nomes sujos nesta operação do Ministério Público Estadual, e proibidos de frequentarem, e firmarem qualquer vinculo com a prefeitura, foram agraciados com contratos em nomes de parentes, que podem ser mais um agravante nos autos dos processos já existentes.   
Operação Máscara Negra - teve o objetivo de desarticular esquemas de contratação fraudulentos de shows musicais, estrutura de palco, som, trios elétricos, e decoração para eventos realizados nos municípios de Macau e Guamaré entre os anos de 2008 a 2012.
A prefeitura de Guamaré gastou mais de R$ 6 milhões em festividades, enquanto que a de Macau chegou à cifra de R$ 7 milhões entre 2008 e 2012. Esses gastos com contratações de bandas e serviços para festas compreenderam mais de 90% do recebido em royalties no período e mais de 70% do recebido em FPM.
Foram expedidos na ocasião pelo juízo da Comarca de Macau 53 mandados de busca e apreensões, 14 mandados de prisões temporárias, a suspensão do exercício da função pública de 8 servidores públicos além da suspensão parcial do exercício da atividade econômica de 4 empresários e suas respectivas empresas.
As provas apontam que empresários do ramo artístico atuavam na região, alternando-se na fraude aos procedimentos licitatórios e fornecendo suas empresas e bandas aos superfaturamentos.
Em Guamaré, o suposto grupo criminoso era liderado por familiares do ex-prefeito, que controlava os principais cargos políticos do Poder Executivo municipais. Já em Macau, o esquema tinha como líderes o então Chefe do Executivo e o presidente da Fundação Municipal de Cultura.
Os elementos colhidos pela Justiça dão conta de que eram desviados recursos das prefeituras por meio de contratações com superfaturamentos de preços e mediante uso de intermediários não exclusivos e de laranjas.
Estima-se que aproximadamente R$ 3 milhões foram desviados por ordem dos então prefeitos e demais agentes públicos a empresários do ramo artístico, a pretexto de fomento da economia local.
 Fonte: MPRN

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