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AGRICULTURA EM MACAU
Macauense - Hoje vou falar do setor agrícola do nosso município, que nunca foi considerado importante para a nossa economia.

O município de Macau conta com mais de 400 quilômetros quadrados de área voltada para a agricultura. Para que tenhamos uma noção do que isso representa, basta dizer que essa área representa mais de duas vezes o tamanho de Natal, que tem 167 km quadrados.

Portanto, temos uma expressiva área livre para desenvolver a agricultura, a pecuária, a piscicultura, a apicultura, a avicultura, entre outros. Podemos explorar da criação de abelhas à criação de frango.

Grande parte dessa área é considerada improdutiva, mas que nunca mereceu estudos detalhados pelos organismos governamentais, nem muito menos os seus proprietários foram convocados para definir ações que pudessem tornar essas terras produtivas.

Não há segredo para cultivar a terra. Hoje já não existe mais dificuldade que não seja vencida. A tecnologia supera eventuais obstáculos naturais. A irrigação é uma realidade que muda a vida no campo. Basta dizer que há cultivo de uva em pleno sertão, coisa inimaginável há alguns anos.


Pouca gente sabe, mas Macau tem se tornado um grande produtor de melão, inclusive com grande parte produzida para exportação. Estou falando da atuação da Bollo Brasil Fruticultura, uma empresa multinacional que produz e exporta frutas, cultivadas em solo Macauenses através da irrigação, cuja água é originada da perfuração de poços. Um verdadeiro oásis em nosso território, localizado ali nas proximidades de Moinho do Juá.

Os espanhóis descobriram e exploram a riqueza de nosso solo, mas nós Macauenses não tivemos a capacidade de usar essa riqueza natural para transformar a cidade e melhorar a qualidade de vida de nosso povo. Se eles podem, nós também podemos.

É preciso investir para encontrar água de qualidade ou usar dessalinizador para melhorar a qualidade da água e também dotar nossos produtores de energia alternativa e barata, como energia eólica ou solar, para que possam explorar o cultivo das culturas com um custo menor, o que gera competitividade no mercado.

Já foi constatado que o nosso solo em Salinópolis, Tambaú, Quixabas e Ilha de Santana podem muito bem viabilizar a formação de um cinturão verde, com a produção de hortaliças, o que poderia reduzir muito o preço de verduras e legumes que consumimos, gerando emprego e renda para nossos conterrâneos.

Portanto, a agricultura profissionalizada em Macau é viável. É preciso priorizar esse tema e investir para colhermos resultados positivos.
Vamos continuar debatendo Macau dessa forma, sem agressão ou desqualificação.

Que Deus abençoe a todos.

Abraço do amigo


Tulio Lemos

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