» » » O JORNALISTA TÚLIO LEMOS DIVUGA NOTA DE ESCLARECIMENTOS SOBRE MATÉRIA DIVULGADA NO SITE MACAUENSE


NOTA INVERSÃO DE VALORES

As redes sociais democratizaram a comunicação. Hoje, todos podem falar e ser ouvidos. Mas é preciso ter respeito e responsabilidade com o que falamos.

Fui vítima de vários ataques gratuitos e injustos contra minha pessoa e minha família. Tudo porque saiu uma matéria revelando que o carnaval privado não havia sido liberado pelo Ministério Público porque as empresas estavam irregulares e seus representantes respondem a processo por participação em eventos sob suspeita de falcatruas. Li a recomendação do Ministério Público, publicada no Diário 

Oficial do dia 14 de janeiro e tudo que está dito na matéria é verdade. Serginho Lisboa não tem que atribuir a mim qualquer participação; o problema dele é com o Ministério Público e não comigo. Eu não tive e não tenho nada a ver com essa situação. Jamais trabalharia para a não realização do carnaval. Afinal, foi meu pai que criou o carnaval de rua e também foi ele o responsável pelo carnaval noturno público, dando oportunidade aos que não podiam pagar a entrada de um clube. Portanto, é injusta e inverídica qualquer menção ao meu nome em relação a esse problema. Não vamos inverter as coisas. 

Se há problema, é dos organizadores com o Ministério Público, não comigo. Que fique bem claro.Sempre fui responsável pelos meus atos e sempre assumi e me responsabilizei por tudo que fiz. Graças a Deus, sem falsa modéstia, sou um jornalista respeitado em todo o Estado; e, diferente de alguns filhos de Macau, meu nome é associado positivamente a esta querida cidade. Sempre elevei o nome de Macau porque sempre tive meu nome premiado e respeitado, como profissional e como homem.

Aos que não me conhecem e, mesmo assim, procuram atacar por pura politicagem, nunca fui condenado a nada em lugar algum. Me orgulho de meu passado e de meu presente. Desafio a quem quer que seja encontrar algo que desabone minha imagem. Nunca foi aberto qualquer inquérito contra mim em qualquer parte do Brasil; nunca fui condenado a nada em qualquer parte do País. Portanto, sou limpo e tenho uma imagem limpa. Repito: não há e nem nunca houve qualquer inquérito policial ou condenação judicial contra a minha pessoa em Macau ou em qualquer parte do Brasil. Quem ousar insinuar ou acusar de forma diferente, terá que ajustar contas com a Justiça. Sou intransigente na defesa de minha honra e de minha imagem. ‘Os corajosos’ do teclado precisam assumir suas responsabilidades frente a frente.

Pelo simples fato de querer contribuir com minha cidade, não posso pagar o preço cobrado pelos que vivem da baixaria e das calúnias. É costume de boa parte da classe política macauense e boa parte de eleitores radicais enlamear injustamente a imagem das pessoas e colocar a conta na política como algo normal. Comigo é diferente. Se caluniar, agredir ou ofender, terá a resposta certa no ambiente adequado.

Vejo política de forma diferente. A política que é capaz de transformar riquezas naturais em benefícios para a população, sem enriquecimento ilícito ou corrupção. Sem que necessite agredir adversários para fazer crescer seu aliado. Cada um apresente seu projeto para avaliação da população. Quem precisa bater no adversário é porque não tem o que apresentar de conteúdo próprio.
Minha imagem no jornalismo do RN foi construída justamente no combate aos maus políticos e à corrupção. Sempre combati governantes corruptos e incompetentes. De frente, sem subterfúgios. Afinal, a melhor arma para um corajoso usar é a verdade. Com ela, transpomos todos os obstáculos sem temor. Justamente por só usar a verdade como arma para combater corruptos é que nunca fui condenado.

Alguns incitam intolerância à minha família. Não tenho nenhum motivo para ter vergonha de minha família. Alguns que atacam hoje, certamente já foram assistidos pessoalmente ou coletivamente por alguém de minha família e o discurso era outro.
Para os que querem comparar, não foi ninguém de minha família que deixou Macau na situação que está. Não há nenhum Tetéo preso ou sequer respondendo a processo por corrupção em qualquer parte do País. Acho que devemos discutir o futuro de Macau, mas não me nego a debater o passado, pois tivemos muito mais acertos do que erros e muito serviço prestado a essa terra, sem enriquecimento ilícito ou roubalheira do dinheiro público.

Quem será que fica satisfeitos com o nome de Macau nas páginas policiais? Certamente que nenhum macauense fica satisfeito. Mas, só pra lembrar: Nenhum Tetéo foi preso ou responde a processo. E nenhum Tetéo é acusado formalmente de nada. Os dois Tetéos que passaram pela Prefeitura de Macau, Afonso Lemos e José Heliodoro de Oliveira, todos dois são ficha limpa e podem andar de cabeça erguida em Macau ou em qualquer parte do País. Bem diferente de alguns que são até elogiados por aqui. É a tal inversão de valores. Mas acho essa discussão familiar ultrapassada. É preciso pensar Macau diferente. O tempo de tigibu e camaleão ou tetéo, caboré, guaxinim ou outros, cumpriu sua história. O tempo agora é outro. Mas se alguém quiser debate comigo sobre Macau, família ou qualquer outro assunto, estou inteiramente à disposição. É só marcar hora e local que estarei. Não tem medo de nenhum tipo de assunto. Pra mim, nada é inconveniente. Quem não deve, não teme.

Sei do descrédito de grande parte da população com a classe política. Com razão. Porém, eu não posso pagar pela culpa de outros que não souberam administrar honestamente para conquistar a confiança do povo. Cada um é responsável pelos seus atos.
Portanto meus amigos e amigas, eu não pretendo descer ao nível da discussão que alguns querem. Macau não merece isso.

Para finalizar, digo a Serginho Lisboa, cuja família sempre foi nossa amiga e até partidária: Siga em frente, apoie o candidato que julgar melhor, use seu talento e sua inteligência para ajudar seu candidato, trabalhe, faça campanha, cante, debata, defenda. É um direito seu. Mas não precisa agredir ninguém que pensa diferente. Afinal, para cada ação, há uma reação. A política passa e nós ficamos. Não vale a pena brigar por política ou por políticos. Briguemos por ideias e projetos. Briguemos por Macau.

Estarei sempre à disposição para debater Macau e contribuir para mudar para melhor nossa cidade.
Que Deus abençoe a todos,

Túlio Lemos

23.01.2015

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