» » EX-CHEFE DE GABINETE TENTA SUICÍDIO NA PRISÃO

Macauense - O ex-chefe de gabinete do ex-prefeito Kerginaldo Pinto, Ailson Salustiano Targino tenta o suicídio na prisão segundo o  que tomamos conhecimento  em Macau, o mesmo está a disposição da justiça e aguardando sua  transferência para Natal onde possivelmente será ouvido pela mesma. Esse tipo de comportamento é um fato muito comum  para quem está na situação em que se encontra, com a conciência bastante pertubada pelos fatos gravissímos ocorridos e comprovados pelo MPRN. É uma situação desesperadora para quem nunca se envolvel com tantos delitos, o mesmo que era uma pessoa extremamente correta, mais foi induzido a praticar ilícitos na sua gestão como homem de confiança que era e como chefe de Gabinete do ex-prefeito Kerginaldo Pinto e o advogado Miguel de França  que ambos também estão presos no comando da PM em Natal. Já o ex-prefeito Flávio Veras e o ex-vereador Joad Fônseca que também se encontrão presos no CDP de Pirangi e respondem ao mesmo processo Conforme relata o MPRN as acusações são extremamente graves e dificilmente se livrarão de uma condenação pela justiça. 
Veja um pequeno trecho do processo do MPRN
“Conforme ressaltei na decisão proferida nos autos de nº 0101738-53.2015.8.20.0105, os fatos são muito graves, pois não está se tratando apenas da falsificação de um documento público, mas da preocupante e lamentável reunião de todas essas pessoas, pessoas estas com conhecimento jurídico, como o réu Miguel França, um prefeito eleito pelo povo para zelar por seus interesses e promover o seu bem, e ainda de secretários municipais e outros servidores, tudo para engendrar toda uma operação para encobrir ilícitos, praticando outros tão ou ainda mais graves. Repito aqui o que disse na outra decisão envolvendo parte dos requeridos, não se pode tolerar a impunidade buscada pelos denunciados e o total desprezo deles pelas normas e instituições4 públicas. De rigor constatar que, para possibilitar a soltura de um dos réus, preso preventivamente por delitos de desvio de verbas públicas e fraldes a licitação que podem ter causado prejuízo milionários ao erário de Macau, os denunciados Miguel, Ailson e Kerginaldo parecem ter engendrado uma grande operação para falsificar um documento público e divulgá-lo nas secretarias do Município de Macau, constrangendo servidores a assinar o mesmo dando recebimento com data retroativa e ainda induzindo alguns a mentir em depoimentos prestados em procedimento instaurado pelo Ministério Público para apurar os fatos. Percebe-se que foram vários os crimes cometidos seguidamente e em concurso de agentes, sendo necessária a pronta interrupção dessa verdadeira empreitada criminosa, o que, a meu ver, somente será conseguido com uma atuação mais enérgica do Poder Judiciário decretando as prisões.” Já no que toca a necessidade da prisão para garantia da instrução, mais uma vez destaco: “Toda a narrativa feita nas duas denúncias e no pedido em análise remetem a atos atentatórios a instrução, que inegavelmente ficará em sério risco com a liberdade dos requeridos. Nesse particular, urge salientar que a imputação da prática de falsificação e de uso de documento falso, bem assim o cometimento dos crimes de coação de testemunhas e de falso testemunho, a priori, restam evidenciados, visto que o acervo documental apresentado pelo Parquet fornece suficientes indícios de terem de fato ocorrido, podendo ter continuidade, agora até com mais força, já que os ilícitos finalmente chegaram ao conhecimento do Judiciário. Diálogos interceptados e depoimentos prestados, inclusive, pelo próprio acusado Ailson, deixam entrever sua participação nos crimes de falsidade ideológioca e falso testemunho, tendo ainda orientado servidores a mentir perante o Ministério Público, tudo como constam das decisões de recebimento da denúncia (Proc. 0101739-38.2015.8.20.0105) e de decretação de prisão preventiva. Válido trazer a lume trecho importante do decisum em vergaste: “Os indícios da participação de Ailson Salustiano Targino na confecção e distribuição da portaria falsa ficaram claros não apenas no seu depoimento prestado no Ministério Público.

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